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terça-feira, 17 de maio de 2011

Doodle God 2

O game Doodle God a princípio dificilmente teria uma sequência, visto que após o término de todas as combinações possíveis, fica difícil imaginar novos elementos. Essa suspeita foi reforçada pela criação do jogo Doodle Evil que ao invés de ser uma sequência, é na realidade um oposto do primeiro jogo, com elementos totalmente diferentes.

Para a minha surpresa, entretanto, foi lançada a sequência que eu julgava impossível, intitulada Doodle God 2.

Doodle God 2

O jogo segue a mesma dinâmica dos outros jogos da série, com a adição de um novo elemento, o chamado “void” (vácuo em tradução literal) que permite novas criações, como a televisão, e novas combinações entre elementos já existentes no game anterior. Caso você não tenha jogado o seu antecessor há a possibilidade de jogar desde o princípio, com os 4 elementos principais.

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sábado, 30 de abril de 2011

Canary

A Nitrome é uma companhia inglesa de jogos indies em flash, característicos por sua pixel art. Ela já apareceu por aqui através dos excelentes Tiny Castle, Fault Line e Sky Serpents. Mantendo a tradição de ótimos jogos, sempre divertidos e originais, temos Canary, que mantem o mesmo estilo visual dos antecessores.

Se você está procurando um bom jogo para passar o tempo, clique no link abaixo.

Em Canary, o personagem principal está explorando uma mina apenas com sua mochila a jato e seu raio laser, ativado com o botão esquerdo do mouse, usado para cortar partes do cenário como grandes blocos de rocha, liberando passagens, matando inimigos e mais todo tipo de utilidade que isso possa ter. Como o jogo tem side-scrolling automático, é preciso ser ágil para não ficar para trás.

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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Brinque com ritmos em ToneMatrix e Otomata

Vou apresentar aqui dois “jogos” que brincam com ritmos. Coloquei jogos entre aspas porque não são exatamente games, mas aplicativos interativos para a criação de sons. Mas isso são detalhes, o importante é se divertir com eles.

Qual será o som de um invasor do espaço?O primeiro é ToneMatrix, que lembra o instrumento musical elétrico Tenori-on (assista ao vídeo). Você tem um “tabuleiro” de 16x16 e marca os quadrados clicando sobre eles. Cada um corresponde a uma nota, variando do canto superior esquerdo ao canto inferior direito. O grande número de combinações garante a criação de diversos sons. Mas as pessoas costumam usar para desenhos pixelizados e ver o que acontece.

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Já Otomata possui um sistema mais sofisticado, utilizando o conceito de autômato celular. Você posiciona blocos em um tabuleiro 9x9, e cada bloco pode ter um dos 4 movimentos: cima, baixo, direita, esquerda. A colisão entre blocos e paredes ou blocos e blocos, além de produzir os sons, altera a movimentação, então é preciso ter uma visão do todo.

 

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sábado, 9 de abril de 2011

Osada

Quem me conhece sabe o quão fã eu sou do estúdio independente checo Amanita Design. Já apareceram dois jogos dele aqui, o Samorost e o Samorost 2. Um dos projetos da Amanita Design que estava programado para esse ano é esse browser game, Osada. O estilo visual e a jogabilidade point & click, já tradicionais, foram mantidos, mas quem espera um jogo semelhante aos seus antecessores pode levar um susto.

osada

Osada tem um caráter bem experimental, diferente de Samorost e Machinarium, títulos que consolidaram o nome do estúdio no cenário indie. Segundo os próprios criadores, o jogo é “um videoclipe musical cheio da melhor música country psicodélica da República Checa”, o que não apenas parece estranho e diferente, realmente é. Mas o resultado ficou bem divertido, uma experiência curta, simples e musical. Cliquem no link abaixo e confiram vocês mesmos.

 

CLIQUEM AQUI PARA JOGAR

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Olympikus GP

Acho muito legal quando as empresas usam a criatividade (e games) para fazer propaganda dos seus produtos. Foi assim com o FPS Rexona Men Foot Zombie, na época da Copa do Mundo, e agora com o Olympikus GP.


A marca brasileira de calçados e artigos esportivos Olympikus já vinha abusando da computação gráfica nos seus comerciais para a televisão, e em parceria com a Agência Boca e Aquiris Game, criou um game de corrida futurista que permite aos jogadores dirigir pelas ruas de cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. A ideia de transformar os tênis da empresa em três tipos de carros modernos, cada um com seus devidos atributos baseados nas características dos calçados, foi genial e ficou se encaixou muito bem na proposta.


Para um jogo promocional online, os gráficos realmente impressionam pela qualidade, com efeitos de luz bem elaborados, achei que apenas faltaram alguns itens durante o percurso, como em Mario Kart, para dar "mais emoção". Fora isso, é possível fazer login no jogo pelo Facebook e participar do ranking dos mais rápidos. Um ótimo trabalho e exemplo para outras campanhas publicitárias.


sábado, 26 de março de 2011

Mini-games portáteis clássicos

Antes dos celulares e videogames portáteis, os gamers que quisessem levar sua diversão junto quando saíam de casa precisavam recorrer aos mini-games, como os famosos Game & Watch da Nintendo, uma espécie de antecessores do mercado que, mais tarde, o Game Boy criaria.

Os mini-games nada mais eram que pequenos aparelhos eletrônicos com os botões de controle e um cenário estático sobre o qual uma tela LCD exibia alguns poucos elementos na cor preta. Simples, mas viciante. E como cada mini-game normalmente só podia conter um jogo, surgiram uma infinidade das mais diversas versões. Eu mesmo tive alguns quando criança, que ganhei ou eram dados de brinde (esse do Star Wars aí do lado eu tenho até hoje e ainda funciona).



O avanço da tecnologia, entretanto, praticamente enterrou os mini-games, e hoje conseguir um dos clássicos não é uma tarefa tão simples. Felizmente, para quem quiser conferir esse capítulo dos games, existe o site Pica Pic, que reúne os principais modelos. O mais legal é a interface do serviço, simples e bem arrumada, e literalmente colocando os jogos na tela, já que todo o aparelho aparece, com a opção de jogar com o mouse ou com as teclas adaptadas para o teclado. Não deixe de jogor alguns clássicos de 20 anos atrás, como Donkey Kong Jr., Mickey & Donald!

terça-feira, 22 de março de 2011

Minecraft

O texto abaixo foi enviado pelo nosso leitor DrNoobinator, junto com algumas sugestões de jogos para o O-scope. Minecraft ganhou muito destaque no cenário indie, e atualmente custa 14,95 euros. E, como vocês devem estar acostumados, aqui no blog os jogos são gratuitos, requisito felizmente preenchido pela versão Minecraft Classic, que vocês podem jogar de graça no site oficial do game (no link abaixo). Gostaria de agradecer ao DrNoobinator por nos enviar esse ótimo texto. Quem ler perceberá que é um verdadeiro fã falando, o que é o ponto especial do artigo.

E você, também escreveu/quer escrever sobre algum jogo gratuito do qual é fã? Não seja tímido e envie seu trabalho: http://o-scope.blogspot.com/p/contato.html



"Se você é das pessoas que pensam que os jogos realmente bonitos são os únicos que valem a pena jogar, você provavelmente ainda não conhece Minecraft.


Minecraft foi criado por Markus “Notch” Persson, que foi inspirado pelo jogo conhecido como seu sucessor, Infiniminer. Desde então ele se concentrou somente no desenvolvimento de Minecraft, que começou por volta de 10 de maio de 2009.



O jogo começou com a versão Classic, na qual você apenas construía qualquer coisa que vier na telha com infinitos blocos. Minecraft evoluiu e passou para a versão Indev (In Development, Em Desenvolvimento (quando o jogo ganhou NPCs (Non-Playable Characters, Personagens Não Jogavéis), Infdev (Infinite Development, Desenvolvimento Infinito (quando os mapas passaram a ser infinitos)) e, finalmente, chegando ao modo Alpha. A partir daí, o jogo ganhou uma versão paga que custava €10,00 e você receberia as próximas versões gratuitamente e também ganhou uma versão multiplayer. Depois de passar por todo esse processo de desenvolvimento do jogo, finalmente chegou à tão esperada versão Beta.


A versão mais simples do Minecraft é a versão Classic, que permite que você exclua, adicione e modifique blocos o quanto você quiser em um ambiente tridimensional, versão que gerou centenas de estruturas magníficas criadas pelos mais pacientes e os mais habilidosos jogadores. Depois, essa versão ganhou um modo multiplayer.



O modo Classic é um ótimo modo de jogo que pode render horas e horas de diversão, construindo prédios imensos e criativos (ou não). E o melhor de tudo: você não precisa pagar nada para jogar, você constrói infinitamente com um personagem imortal em um ambiente tridimensional cheio de amigos para te ajudar. Era tudo o que eu queria! E realmente, Minecraft Classic é um ótimo jogo que, apesar de não ter muitos atrativos para os que preferem jogos mais ativos, fez muito sucesso – mas, para muitos, isso não foi o suficiente.


Depois do modo Classic, Minecraft começou a crescer e desenvolver novas versões até chegar à versão atual: A versão Beta.

A versão Beta (que custa €15,00) possui muito mais atrativos para todos os tipos de jogadores. Primeiro que o jogo tem animais, dos quais o jogador pode tirar recursos que ajudam na sua sobrevivência. Sobrevivência? Mas como assim? É isso mesmo: durante o primeiro dia está tudo tranquilo para que você possa fazer uma moradia, porque a partir da primeira noite o bicho pega! À noite aparecem Zumbis, Esqueletos, Aranhas Gigantes Creepers e pode até acontecer de aparecer um Esqueleto montado em uma Aranha Gigante. A maioria desses monstros morrem à luz do dia. O único que fica é o Creeper. Por isso ele é a criatura mais amedrontadora do Minecraft. Ele pode sobreviver na luz, é silencioso quando anda e, ainda por cima, explode quando chega perto o suficiente de você. Por causa desses frequentes sustos, alguns jogadores preferem jogar com os monstros desativados.

Quem vê esse jogo pela primeira vez pensa que é um jogo chato, monótono e que não tem a mínima graça ficar empilhando bloquinhos e minerando, mas muitos se enganam e depois que começam, não conseguem mais parar. Até porque, apesar de ser um jogo feio, ele é muito bem feito, muito bem programado e até exige um bom computador.


Uma grande diferença entre o modo Classic e o modo Beta é que o modo Beta não te dá infinitos blocos. Você tem que minerar para conseguir os blocos que quer para construir o que quer. E para conseguir os materiais certos, você precisa das ferramentas certas, e quando você joga pela primeira vez fica perdido, não sabe o que fazer, para onde ir, mas com a prática, sobreviver é mamão com açúcar.

E ainda existe o modo multiplayer que permite que você e seus amigos que também compraram Minecraft coletem recursos, matem Creepers e construam juntos. E o modo multiplayer, como em vários jogos, é a melhor parte de Minecraft. É uma pena que só esteja disponível para quem pagar para ter o jogo.

No Halloween de 2010, quando Minecraft ainda era Alpha, o Minecraft foi atualizado e foi aí que chegou uma das coisas mais legais do jogo. The Nether (nether significa interior, The Nether, o lugar, se traduz como Submundo) ficou disponível aos jogadores em outubro de 2010 como uma atualização de Halloween e permitiu ao jogador construir um portal que dá diretamente para o Submundo, um lugar repleto de lava no chão, lava escorrendo pelo teto, fogo, um Porco-Homem-Zumbi (que só ataca o jogador quando é atacado por ele) e, o mais assustador, o Ghast, que é um fantasma gigante com quatro blocos de altura, quatro blocos de largura e quatro blocos de comprimento que voa, faz um barulho perturbador que se assemelha a gritos de crianças e atira bolas de fogo em você.

Quando a versão final de Minecraft for lançada ela custará €20,00. Não existe quase nenhuma informação sobre quais as novidades da versão final, o que é certo é que a versão multiplayer estará completa e os bugs que tanto atormentam os jogadores do multiplayer deixarão de existir.



Minecraft te trará severas horas de jogo, e esse número se multiplicará se você tiver amigos que também tenham o jogo. Mas para quem quer ficar longe das aventuras e dos monstros, a versão Classic tem até mais vantagens que a versão paga: você tem vida infinita, blocos infinitos e o poder de salvar sua posição e depois retornar à posição salva. É mais fácil, rápido e barato para qualquer um que se interesse só pela parte criativa."

terça-feira, 15 de março de 2011

Sugar, Sugar

Talvez você não saiba, mas o açúcar tem outras utilidades que não adoçar o alimento. Para Bart Bonte, criador de "Sugar, Sugar", ele também pode servir para criar puzzles inteligentes. Na tela aparece o título do jogo, que deve ser bem doce, pois da vírgula começa a cair uma grande quantidade de grãos de açúcar, que devem ser devidamente colocados em canecas até enchê-las completamente.

Para o transporte das partículas, usa-se o mouse para desenhar linhas da melhor forma possível para completar o desafio. O traçado do desenho é totalmente livre, então use a sua criatividade. Mas não se engane com os níveis iniciais, pois os posteriores possuem dificuldade elevada, com inversões de gravidade e canecas de cores diferentes.


terça-feira, 8 de março de 2011

Famous Objects from Classic Movies

Esse webgame é para os cinéfilos. Em cada rodada, é apresentada a silhueta de um objeto presente em um filme, e você deve digitar o título do filme em questão, numa espécie de jogo da forca, podendo errar no máximo três letras.

Infelizmente para nós, brasileiros, os nomes são das versões norte americanas, que muitas vezes não são uma tradução direta, por isso, além de saber inglês, é necessário algum conhecimento de cinema (ou uma boa dedução). E apareceu um filme que você não conhece? Sem problemas, embaixo na página há dois links, um para o trailer e outro para a sinopse. Um ponto muito positivo é que o game não está finalizado, sendo constantemente atualizado, e os próprios jogadores podem fazer sugestões de filmes para entrar na brincadeira.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Elephant Quest

Procurando um jogo de plataforma? Um shooter? Um RPG? Um chapéu? Então você encontrará tudo que deseja no webgame Elephant Quest, do Armor Games. E é justamente a busca por um chapéu a razão da aventura, que foi roubado do protagonista da história, o Elefante, pelo Mamute.


O enredo é bem nonsense mesmo, o que na verdade acaba sendo um atrativo do game. O outro é a combinação de diferentes gêneros, já que a jogabilidade é de plataforma não linear (movimentação com as setas do mouse o WASD), e para enfrentar os diferentes inimigos o Elefante conta com uma variedade de armas (disparadas com o mouse). Além disso, matando monstros e completando missões, como encontrar um ursinho de pelúcia ou coletar dez balões, você acumula pontos de experiência para atualizar os atributos do personagem. Claro que por não ser muito curto, há o save automático, então não preocupe-se caso precise fechar a janela. Um game bem feito, diversificado e com bom humor.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

I wish I were the Moon

Queria ter falado desse jogo aqui no O-scope já faz tempo, mas acabei perdendo o link e só reencontrei ele agora. Como o dia de São Valentim ainda está recente, nada mais apropriado que falar desse puzzle com plano de fundo romântico.

A história é de um garoto que se apaixonou pela Lua e uma garota que se apaixonou pelo garoto, mas o atrativo desse game é a jogabilidade. Há alguns elementos no cenário, e você pode "recortar e colar" eles com um clique do mouse, mudando a posição deles para fazê-los interagir. Dependendo de como são posicionadas, as figuras terminam a história de cinco diferentes maneiras, do final feliz ao trágico.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

A Era do Videogame

Falamos aqui sobre Genetos, um game que explora a evolução do gênero Shoot'em Up. Esse outro jogo, criado para o documentário "A Era do Videogame", do Discovery Channel (se você não conhece, sugiro que assista aqui), também acompanha o desenvolvimento da indústria de jogos, em quatro fases, que na verdade são minigames, representando épocas diferentes.


Embora o jogo em si seja bem simples, o legal mesmo são as informações encontradas ao longo da "aventura", desde momentos chave da história dos videogames até curiosidades como PONG ter sido programado em três dias. Se você gosta de saber mais do que está por trás do que você está jogando na tela, vale a pena dar uma conferida, tanto no documentário como no webgame.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Sky Serpents

Esse jogo em flash da Nitrome lembra muito o clássico do Play Station 2, Shadow of the Colossus, já que assim como no game do console da Sony, seu objetivo é apenas destruir enormes criaturas, cujos corpos são as próprias fases. Mas em Sky Serpents os motivos são menos nobres, o personagem quer matar todas as 15 Serpentes do Céu para provar ser um melhor guerreiro que seu pai.


Como as Serpentes do Céu voam (orly?), toda a ação acontece no céu, e, mais uma vez mostrando a inspiração em Shadow of the Colossus, o herói precisa se prender no corpo dos monstros com sua faca para não cair e atacar os pontos fracos com sua espada. Infelizmente, o game às vezes pode apresentar lag, o que compromete a jogabilidade. Mas fora isso, é uma homenagem bem feita.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Z - Type


Z - Type é um jogo de nave beeeeem diferente.
Neste game nos lutamos contra algumas formas de "vida" com algumas palavras em sua base, cada vez que digitamos uma letra dessas palavra nossa nave da um tiro nela.
Ex.: Symbol, neste caso nosso inimigo tem que levar 6 tiros para ser derrotado. E não podemos parar de atacar um inimigo para atacar o outro, sendo assim, só podemos matar um inimigo após dar cabo de outro.

A medida que o jogo avança mais palavras devem ser digitadas o mais rápido possível, pois o numero de inimigos aumenta e sua velocidade também. Chegaremos a enfrentar "naves" que saem "naves" delas, ou até mesmo algumas que soltam letras deliberadamente ao nosso encontro.

Com uma música melancólica e e uma dinâmica um pouco diferente diferente, Z - Type vai prender você por algumas minutinhos... O jogo é um pouco repetitivo, mas vale a pena ver treinar um pouco sua digitação e seu inglês.
Então coloque pilhas em seu teclado sem fio ou arrume o melhor teclado a sua disposição e veja até onde você consegue chegar!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Sonic de um jeito diferente...

Lembra-se daqueles mini-games de antigamente? Aqueles que geralmente eram de "navinhas", esportes ou corrida? Se a resposta foi sim você já se deu conta que estamos falando de Game & Watch. Caso a resposta tenha sido não, ou o nome não lhe arremete a nada em especial, então veja a imagem a seguir:


Sim! Lembrou? Já imaginou seu game predileto dessa forma?
O pessoal da NewGrounds pensando nisso disponibilizou para os fãs de Sonic o game Egg & Watch, que trata-se das aventuras do ouriço contra o Dr. Ivo "Eggman" Robotnik em duas telas do clássico Sonic 1.
Embora não seja um game muito inovador vale a pena conferir!

domingo, 2 de janeiro de 2011

Encontre tesouros perdidos em Endeavor


Trata-se de um game de plataforma saudosista por natureza, que nos faz lembrar de clássicos visto nos consoles antigos como o Nintendinho, por exemplo. É um game de aventura e grande exploração, você encarna na pele de um Gnomo a fim de encontrar antigos tesouros de família espalhado por um vasto cenário.

Existem vários itens e missões ao longo de sua jornada e até mesmo algumas escolhas a serem feitas. Escolhas estas que irão afetar seu final, podendo ocorrer de três formas diferentes. O jogo é salvo no cachê de seu PC, sendo assim caso você pare de jogar não perderá todo o seu progresso.

Com uma mecânica simples e de fácil assimilação é um game que irá prender sua atenção.

Não acredita?
Então CLIQUE AQUI PARA JOGAR e prove por si mesmo...

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Doodle Devil

Lembram de Doodle God, o jogo onde você assumia o papel do "Deus do Rabisco" e criava o mundo através da combinação de diversos elementos? Pois é, ele tem uma continuação, mas dessa vez assumimos o "lado negro da força", nos transformando em "Doodle Devil".

O jogo continua basicamente o mesmo, começamos com os elementos primordiais e vamos juntando eles até encontrar todas as 100 opções disponíveis, divididas em 11 grupos. Mas dessa vez o destaque vai para as coisas ruins que existem por aí, como guerra, pecados, monstros... Lembrando que basta clicar nas imagens, e que o game salva a partida automaticamente.

Dessa vez comeram a maçã.

Agora, um ponto negativo: no começo dá para fazer várias combinações, mas depois de um tempo fica mais difícil e você acaba esperando a dica, que vem de 3 em 3 minutos. Também fica a sensação de que faltaram elementos, pelo menos acho que os jogadores conseguem imaginar cinco diferentes para cada um que está no jogo. Talvez na versão da AppStore, que está $0,99, a situação seja diferente.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Haiku Hero

Se você gosta de games musicais e acompanha o O-scope, já deve ter jogado JamLegend (uma versão online de Guitar Hero), Vuvuzela Hero e DJ Hero. Mas agora prepare-se para entrar em uma dimensão totalmente nova desse gênero de jogos com Haiku Hero!

Haiku (ou haikai, como é mais conhecido no Brasil) é uma forma poética japonesa que valoriza a concisão e a objetividade. Os poemas possuem três linhas, sendo que a primeira e a terceira devem ser escritas com cinco sílabas e a segunda com sete. Normalmente ele é acompanhado por uma imagem, a haiga. Os escritores de haiku são chamados "Haijin".

Veja um exemplo:
O ipê distraído
pinta de amarelo
a grama do parque
Jorge Fernando dos Santos
Você pergunta
para que tudo isso?
mais culto ficou
E além da aula gratuita de cultura oriental, agora também entenderá o game desse post. Em Haiku Hero você se tornará um verdadeiro
Haijin, criando seus próprios poemas de três linhas! Primeiro escolha um dos 3 modos disponíveis e selecione a dificuldade. Então o jogo começa e você deve criar o seu haikai, utilizando a palavra indicada na partida.


É preciso respeitar a forma clássica do poema para conseguir uma boa pontuação. Como tudo deve ser escrito em inglês, a tarefa fica mais difícil ainda. E, como não poderia deixar de ser, no final você pode compartilhar suas obras com o mundo. Clique no link e torne-se um artista!


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Geosense

Geosense é o game para quem quer testar suas habilidades em geografia, mais precisamente na localização de cidades no mapa. O objetivo do game é exatamente esse: um mapa ocupa a tela, e no alto aparece o nome de uma cidade e do país onde ela fica, e você deve clicar no ponto mais próximo possível da localização exata. Quanto mais perto e mais rápido (cada cidade tem 10 segundos para ser marcada) você clicar, mais pontos ganha.


Quando abrir a tela, escolha entre se cadastrar (Sign In) ou jogar como visitante (Visit). Algo interessante é que o game conta com um modo multiplayer para 2 pessoas, então você pode desafiar seus amigos online e conversar com eles pelo chat. Além do mapa mundi tradicional, também é possível jogar num mapa avançado, ou escolher entre Estados Unidos e Europa. Mas fica o aviso: o jogo não é nada fácil.


Ah, e antes que perguntem, há cidades brasileiras também :)

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

DJ Hero 2 (demo)

Mais um futuro lançamento vira um webgame gratuito bem legal. O último do qual falamos havia sido H.A.W.X 2, e agora é a hora de DJ Hero 2, o novo jogo musical da Activision.


O jogo completo utiliza um acessório específico, mas nessa demo online, os controles foram simplificados. Você clica no botão direito do mouse para tocar as notas, arrasta o mouse para frente e para trás para extrair sons e usa as teclas A e D (ou as setas direcionais) para acessar as faixas verde e azul do disco. São 4 mixagens disponíveis para tocar (e o tutorial), e também é possível compartilhar seus resultados na internet.

Para quem gosta do gênero vale a pena dar uma conferida. Não deixem de testar também o JamLegend e o Vuvuzela Hero.

 
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